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Construção vai aumentar 3% ao ano até 2018

Publicado em 2017-07-07
“No curto prazo as previsões apontam para uma retoma da actividade, de forma que nos anos 2017-2018 é esperada uma variação média anual do valor da produção de aproximadamente 3%”, conclui o estudo sectores “Construção”, publicado pela Informa D&B. Segundo o trabalho, o valor da produção no sector da construção “caiu em 2016, prolongando a quebra do período 2008-2015”, tendo-se nesse ano situado em 10.742 milhões de euros, “o que representou uma queda de 3,3% em relação a 2015 e contrasta com o valor de cerca de 20.148 milhões de euros em 2008”. Por segmentos, no ano passado o valor da produção de edificação residencial cresceu 5%, enquanto o da edificação não residencial e o da engenharia civil registaram quedas de 1,7% e 8%, respectivamente. De acordo com o estudo, em Abril de 2017 operavam em Portugal cerca de 51.200 empresas de construção, mais 4.200 do que em Dezembro de 2015. Das 21.245 empresas com alvará só 7% estão habilitadas a assumir empreitadas de valor superior a 1,3 milhões de euros. O número de sociedades com certificado de empreiteiro situou-se em 29.950, mais 1,1% do que em Abril de 2016, enquanto o número de empresas com alvará diminuiu 0,6% no mesmo período, para 21.245. Por regiões, os distritos de Lisboa e Porto concentram 19,3% e 14,6%, respectivamente, das empresas com alvará, destacando-se também Braga (8,9%), Leiria (7%), Setúbal (6,3%), Aveiro (6%), Faro (5,9%), Viseu (4,8%) e Santarém (4,7%). O trabalho da Informa D&B refere que metade dos operadores titulares de alvará estavam habilitados em Abril de 2017 para realizar empreitadas com um valor máximo de 166.000 euros e apenas 7% estavam habilitados a assumir empreitadas de um valor superior a 1,3 milhões de euros.

A “guerra” dos spreads baixos no crédito à habitação continua ao rubro

Publicado em 2017-04-12
Está ao rubro a guerra dos spreads no crédito à habitação. Os portugueses, que optam tradicionalmente por comprar casa em vez de arrendar, estão a “ter a ajuda” da banca para avançarem com a decisão de pedir financiamento para a aquisição de casa. Os bancos, por seu turno, têm vindo a baixar os spreads cobrados ao longo do tempo. Agora foi a vez do Novo Banco e do BPI reduzirem esta taxa nos últimos dias. Segundo o Jornal de Negócios, o spread médio baixou para 1,5%, isto depois do Novo Banco e do BPI terem decidido descer a margem de lucro cobrada nos novos contratos de crédito à habitação. Recentemente, em março, o Santander igualou o spread do Bankinter, que detinha o valor mais baixo do mercado (1,25% para clientes “normais”).